Sabem que semana passada comecei a malhar sem meu personal
trainer (e isso é um desafio gigante pra mim, que odeio malhar). Nessa busca
eterna de tentar encontrar algum prazer em ir pra academia eu arranjei um ótimo
aliado: meu celular cheinho de músicas boas. Claro, como sempre digo que existe
a música certa pro momento certo, o ideal é fazer uma listinha de músicas que
me motivem a caminhar aqueles eternos minutos na esteira.
Foi aí que comecei a escolher algumas músicas (só escolhi
algumas, a play list, propriamente dita, ainda não existe) nisso surgiram como
favoritas hits do Queen, Eric Clapton, Maroon 5, Franz Ferdinand, The Killers e
até Bryan Adams (especificamente “If you wanna be bad”).
Até agora há pouco eu não tinha entendido a relação entre
essas músicas, mas daí encontrei, sem querer, essa frase de uma das minhas
escritoras favoritas, a Martha Medeiros: “O Blues e o Rock despertam em nós o
tarado, o revolucionário, o selvagem, o herege. Já ia esquecendo: a stripper.” Excelente! Muito pertinente o paralelo em auto-estima e sex
appeal! Sem contar a parte do revolucionário, sim porque para eu me exercitar
sem alguém mandar é uma revolução.
Numa outra ocasião estava conversando uma amiga sobre
músicas que a gente é obrigada a se mexer, dançar, cantar... Eu acho isso
fascinante, já que não entendo N A D A de música, só entendo que esses artistas
têm muito poder sobre mim (e aparentemente sobre a Martha Medeiros e essa minha
amiga também).
Imaginem que sem graça seria a vida sem música, ok sem a
arte como um todo, mas a música é minha queridinha de sempre!









