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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Mais sobre música




Sabem que semana passada comecei a malhar sem meu personal trainer (e isso é um desafio gigante pra mim, que odeio malhar). Nessa busca eterna de tentar encontrar algum prazer em ir pra academia eu arranjei um ótimo aliado: meu celular cheinho de músicas boas. Claro, como sempre digo que existe a música certa pro momento certo, o ideal é fazer uma listinha de músicas que me motivem a caminhar aqueles eternos minutos na esteira.

Foi aí que comecei a escolher algumas músicas (só escolhi algumas, a play list, propriamente dita, ainda não existe) nisso surgiram como favoritas hits do Queen, Eric Clapton, Maroon 5, Franz Ferdinand, The Killers e até Bryan Adams (especificamente “If you wanna be bad”).

Até agora há pouco eu não tinha entendido a relação entre essas músicas, mas daí encontrei, sem querer, essa frase de uma das minhas escritoras favoritas, a Martha Medeiros: “O Blues e o Rock despertam em nós o tarado, o revolucionário, o selvagem, o herege. Já ia esquecendo: a stripper.” Excelente! Muito pertinente o paralelo em auto-estima e sex appeal! Sem contar a parte do revolucionário, sim porque para eu me exercitar sem alguém mandar é uma revolução.

Numa outra ocasião estava conversando uma amiga sobre músicas que a gente é obrigada a se mexer, dançar, cantar... Eu acho isso fascinante, já que não entendo N A D A de música, só entendo que esses artistas têm muito poder sobre mim (e aparentemente sobre a Martha Medeiros e essa minha amiga também).

Imaginem que sem graça seria a vida sem música, ok sem a arte como um todo, mas a música é minha queridinha de sempre!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O certinho e o bagunçado!


Conversando com um novo amigo, muito gente fina, ele me deu a ideia de escrever um post sobre meu comentário dos personagens dos filmes Crepúsculo e cia.

O comentário foi o seguinte “O Lobisomem (Taylor Lautner) é muito melhor que o Vampiro (Robert Pattinson), só que é complicado, o Lobisomem chega num caminhão velho, caindo aos pedaços, com as roupas rasgadas, pé descalço; enquanto o Vampiro chega de Volvo, e blazer Armani (sei lá se é Armani, mas tem um corte divino!)...”



Mas não é isso? As pessoas têm que se ajudar, ora essas! A criatura que não se presta a arrumar o caminhão, remendar a roupa, calçar um sapato... Fica complicado! Por mais interessante que ele seja, desleixo é broxante.

E esse assunto já me remete a um post que li esses dias no face, algo sobre as mulheres preferirem o cafajeste, não lembro bem... Rolou toda uma discussão sobre isso, algumas mulheres bloqueiam só de ouvir a palavra cafajeste (mais ou menos o mesmo efeito que “casamento” tem sobre os homens). É CLARO que a gente prefere os cafajestes! Pensem bem: o que faz um homem ser um cafajeste? Pra mim, pelo menos, é o cara que pega um monte de mulher (e ok, muitas vezes não tem muita consideração no processo). Logo, se ele pega um monte de mulheres é porque ele tem a manha do negócio, logo as mulheres curtem ele! Simples... As consequências disso é que são complicadas, doídas, enfim...

Bom, mas voltando aos nossos amigos vampiros/ lobisomem... É fácil: é só ser gatão, ter a pegada, ser atencioso e bem-sucedido! hehehehe

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Tá, preciso escrever!


Post daqueles: “tá, preciso escrever”. 

Mil ideias, mil pedaços de ideias que são desconectadas, mas que tenho que escrever. (Até pra movimentar o blog, né fãs? Hahahaha)

Primeira delas: a sensação que eu tenho que é o mundo é um redemoinho louco e que nós precisamos definir padrões (sejam de comportamento, ou até mesmo de pensamento) para não enlouquecermos nesse redemoinho.

Eu estou lendo um livro que meu pai me deu presente (há 2 anos atrás, e só peguei ele agora) Múltipla Escolha  da Lya Luft, ele fala sobre esses “padrões”, que ela chama de enganos da modernidade. Ainda estou lendo, mas tem muita coisa que concordo com ela.

Até que ponto as coisas realmente são certas e erradas? Quem disse que a receita de bolo, que deu um bolo fofo e saboroso pro vizinho, não vai abatumar o nosso bolo? E por aí vão os questionamentos “o que seria do rosa, se todos gostassem do azul?”, etc, etc.

Mas o legal dessa confusão toda é conhecer as pessoas e as suas histórias, não para se comparar mas para ver que todos somos de carne e osso e que muitas de nossas angústias são as mesmas dos outros. E eis que desse último pensamento, tenho uma outra ideia: que saco essas pessoas que se não falam o que querem falar! Parentes, amigos (sábios amigos) e até místicos já me recomendaram (mais de uma vez) a falar menos da minha vida – ok, pode ser, falo demais mesmo – mas que chatice conversar com pessoas que “cumprem tabela” na conversa, evitando julgamentos, evitando “mau-olhado”... Será que são mais felizes?

Fato: a vida seria um redemoinho menos louco se soubéssemos nos comunicar melhor!

Artista: Menedico
Obra: Redemoinho II
Tipo de impressão: Giclée, painel de tela esticada
Tamanho 75 x 50 cm

PS.: Depois que vi a imagem principal do meu blog!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O sapato fala muito sobre seu dono!


Recebi alguns puxões de orelha pela desatualização do meu blog, resolvi então transformar em post mais uma das minhas várias ideias (preciso registrar de novo minha indignação à queda do acento agudo de ideia).

Esse post vai ser sobre a minha teoria dos sapatos masculinos. Na verdade a teoria não é minha, é de uma amiga, que não vejo há anos. Certo dia ela me falou “quer conhecer um cara de verdade, olha pros sapatos dele”. Desde então, VIVO fazendo isso, e quase sempre dá certo (quase porque tem umas pessoas tão surreais, que não se encaixam em nenhum padrão). Qual a moral do negócio: o cara pode até se puxar e comprar uma roupa que represente o que ele gostaria de ser, mas ele não presta atenção aos sapatos! - Obviamente a teoria não se aplica às mulheres, somos praticamente centopeias e nós nunca, nunca mesmo, esquecemos dos sapatos. – Eis que são os sapatos que traem os homens, e nos entregam exatamente quem eles são.

Veja bem, os sapatos não classificam os homens em bons ou ruins, mas ajudam a mostrar se esse cara faz o nosso tipo, ou não. Minhas amigas mais próximas já estão bem familiarizadas com a teoria, uma delas inclusive me comentou “Essa teoria mudou a minha vida, quando vejo um gatinho com sapato feio, me tira todo o encanto... Mas quando vejo um cara qualquer de sapato bonito, já me apaixono na hora...!”

E pra você, caro leitor, que está agora pensando “sua louca, sapato é sapato e ponto final”, fiz uma pequena seleção de estilos / modelos de sapatos. Não vou, de jeito nenhum, dizer o que eu penso que está por trás de cada modelo, essa parte eu deixo pra vocês!



Mas assim, vale à pena testar, vocês vão ver: o sapato fala muito mesmo sobre seu dono (inclusive se ele tá sujo ou limpo!).

segunda-feira, 26 de março de 2012

Post de reforço

People, post curtinho só para reforçar o post anterior... Adorei!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Só pode ser coisa boa!

Estou pra escrever esse post há semanas, a ideia dele surgiu de uma jantinha muito "díver" com duas amigas minhas (inspirações constantes essas duas).
Eis que estava eu esperando a sobremesa no restaurante e chega isso:


Logo pensei "Nossa, uma sobremesa que requer todas as ferramentas básicas para se alimentar, só pode ser coisa boa!" E então me dei conta de como a gente é assim em tudo na vida, né? Criamos expectativas baseadas em percepções que, grande parte das vezes, são muito loucas!  E mais louco ainda é o ciclo que isso gera: expectativa surreal --> ansiedade master --> frustração --> nova expectativa surreal...
Uma pessoa que conheço sempre usa a frase "a expectativa é a mãe da merda"... E é, né? Ah, mas eu também acredito que expectativa zero (além de impossível) deve ser muito sem graça. Talvez o segredo seja criar a expectativa numa coleirinha, quando ela ameçar sair do controle, a gente puxa o enforcador e põe ela na medida certa de suportarmos a frustração que ela vai acarretar, caso estejamos enganados.
Bom, no caso da sobremesa minha expectativa foi suprida =)